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No meu tempo, havia um rio chamado Tejo que se estendia até ao Sol na linha do horizonte.
Ia de ponta a ponta, e aos seus olhos parecia exatamente como um espelho porque, pelo que eu sabia, só um espelho podia assemelhar-se àquilo.
As minhas pálpebras caem, e com isso, (tão simples que) não há olhos, nem rio, nem varandas, nem nada.

António Gedeãoin 'Poemas Póstumos'
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